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90 dias de Londres, 30 detalhes que percebi morando aqui



O alho daqui é mais fácil de descascar. A cerveja é servida em temperatura ambiente. Não se usa dinheiro para quase nada, tudo é com cartão. Tem que pagar uma taxa anual para se usar o sinal da TV. Há teatros em bairros afastados e as pessoas vão às peças durante a semana. As bananas vêm da Colômbia, da Costa Rica e, raramente, do Brasil. Tomar vinho em restaurante é caro.


A água da torneira tem calcário, o que mancha o banheiro e resseca o cabelo. As paradas de ônibus têm nome e são anunciados em um letreiro digital no ônibus, o que facilita a hora de descer. A geladeira e o lava-louças ficam embutidos atrás do armário da cozinha. As pessoas não esperam o sinal de pedestre verde para atravessar. Tem cisnes no rio Tâmisa. Os garçons sempre perguntam se na mesa há alguém que tenha alergias alimentares.


O bronzeamento artificial, o uso de cílios postiços e o preenchimento labial fazem parte do rituais de beleza feminina. Alguns postes de luz têm plugs para carros elétricos serem recarregados. Sempre há alguém falando um idioma diferente do inglês em qualquer local. As pessoas saem dos supermercados carregando suas compras na mão, sem sacola plástica. Ninguém repara em ninguém na rua. Os jardins misturam diversos tipos de flores e plantas, criando composições incríveis.


Há uma coleção de palavras específicas daqui: toilets, chips, litter, lift, rubbish, underground, queue, pub. Aos domingos, é comum comer nos pubs o Sunday Roast, um prato com uma carne assada, o Yorkshire puddings, batatas assadas e vegetais. As calçadas são lisas e tem rampas de acessibilidade. Todos os supermercados têm caixas self-service. Tem esquilos em quase todas as praças com árvores.


Não parece ser um grande problema falar mal inglês ou com muito sotaque. Há muitas abelhas no jardins. Alguns dos principais museus da cidade são gratuitos (e incríveis!). Os cães circulam livremente no transporte público. No verão, as pessoas adoram se sentar nos gramados dos parques e fazer piqueniques. Três meses não é nada para se conhecer a fundo Londres.

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